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Bloom, consultoria em educação inclusiva

Consultoria de inclusão escolar

Método ACOLHE: a boa intenção da escola posta no papel.

Uma metodologia para escolas que recebem famílias e crianças atípicas. Organiza o que acontece antes da matrícula, o acolhimento da família, a entrada da criança e o cotidiano, com ferramentas que a própria equipe adapta e passa a usar sem a consultora.

Bloom Brazil · Método ACOLHEPor que existe

A matrícula foi feita. E na segunda-feira?

A família saiu aliviada, e na segunda-feira a professora está na sala com uma criança que ela quer acolher e não sabe como. Ninguém errou ali.

O como falta antes, quando a família liga com medo de ouvir não. Falta na hora, quando a professora está sozinha e a crise já começou. E falta depois, no bilhete do fim de um dia difícil. Hoje cada uma dessas horas depende do talento de quem estiver ali naquele dia.

O ACOLHE escreve essas horas. Cada ferramenta cabe em uma página e responde a uma pergunta que a escola faz a si mesma.

Bloom Brazil · Método ACOLHEOs quatro momentos

Do primeiro telefonema ao cotidiano depois da matrícula.

01

Antes da matrícula

Os sinais que a escola emite sem saber, a resposta que a recepção dá quando a família pergunta se tem lugar, e a visita em três tempos: a família conhece a escola, a criança é recebida e a escola começa a conhecê-la.

Ferramentas: Auditoria de Equidade e Acolhimento, que inclui o Teste da Primeira Pergunta; Compromisso Público “Como Recebemos”; Visita em Três Tempos.

02

Acolhimento inicial

A conversa de escuta com a família, sem triagem de dificuldades. A escola devolve o que entendeu, a família confirma, e a equipe recebe só o que precisa saber.

Ferramentas: Ficha de Escuta, Síntese em Duas Vistas, Guia “Como Caminhamos Juntos”.

03

Imersão e entrada

O que está combinado antes do primeiro dia e o que muda até o vigésimo. A pergunta deixa de ser como a criança se adapta e passa a ser como organizar o contexto para ela participar.

Ferramentas: Plano de Entrada, Briefing de Uma Página, ACALMA.

04

Cotidiano e parceria

Observar, apoiar, comunicar e revisar. A escola conta à família o fato, o cuidado que ofereceu e o caminho que vai testar, e revisa em data marcada.

Ferramentas: FAROL, Conversa ACOLHE, Reunião de Caso, Plano Cotidiano de Apoio.

Bloom Brazil · Método ACOLHEPor onde começa

“Meu filho é autista. Vocês recebem?”

A pergunta do Teste da Primeira Pergunta

O Teste da Primeira Pergunta

Alguém de fora da escola liga para a secretaria e faz a pergunta que a família faz. Registra-se o que foi respondido, em quanto tempo e por quem, em dias e turnos diferentes.

O teste mostra se existe resposta combinada e se alguém está improvisando um não que a direção nunca autorizou. É a única medida externa do método. Ele não avalia quem atendeu, e isso é dito à equipe antes de aplicar.

Bloom Brazil · Método ACOLHEA implantação

Um trimestre letivo, em quatro ciclos.

De 14 a 18 semanas, ancoradas no calendário da escola. Um ciclo só avança quando o anterior foi cumprido. Se não foi, o escopo diminui ou o ciclo se estende.

  1. Diagnosticar e combinar quem decide

    Radar, Teste da Primeira Pergunta, mapa de quem decide e de quem executa, três prioridades e um grupo da escola com horário reservado para o trabalho.

    Semanas 1 e 2
  2. Receber e conhecer

    A resposta combinada da recepção, o compromisso público, a visita, a escuta e a síntese validada com uma família.

    Semanas 3 a 6
  3. Preparar a participação

    Plano de entrada e briefing para a professora, testados num caso-piloto e revisados na data.

    Semanas 7 a 11
  4. Sustentar e aprender

    Registro de episódio, conversa com a família e reunião de caso conduzida pela escola, sem a consultora.

    Semanas 12 a 18

Quem participa: a coordenação pedagógica conduz. Junto entram uma pessoa da recepção ou da secretaria e uma professora de referência. A direção abre o trabalho, revisa uma vez por mês em 45 minutos e encerra.

Bloom Brazil · Método ACOLHEO que fica na escola

Dezessete ferramentas, cada uma numa página.

Todas adaptadas à linguagem e à rotina da escola durante o trabalho. O que fica é material que a própria equipe ajudou a escrever e já sabe usar, mais um plano de continuidade para o trimestre seguinte.

  • Radar ACOLHEOnde a escola depende de improviso?
  • Auditoria de Equidade e AcolhimentoQuem encontra barreira antes de entrar?
  • Compromisso Público “Como Recebemos”O que a escola promete e como explica o processo?
  • Mapa de Recursos, Papéis e TempoQuem decide, quem executa e em que horário?
  • Visita em Três TemposComo recebemos a família e a criança na visita?
  • Ficha de Escuta e Perfis de ComunicaçãoQuem é esta criança e como ela se comunica?
  • Guia “Como Caminhamos Juntos”Como a família sabe o que esperar e a quem recorrer?
  • Síntese em Duas VistasA família reconhece o que entendemos?
  • Plano de EntradaO que está combinado antes do primeiro dia?
  • Mapa de Participação por RotinasNesta rotina, por que caminhos ela participa?
  • Plano Cotidiano de ApoioQue apoio testamos, e quando revisamos?
  • Briefing de Uma PáginaO que qualquer adulto precisa saber hoje?
  • FAROLO que este episódio ensina?
  • Conversa ACOLHEComo contamos à família com fato, cuidado e caminho?
  • ACALMAO que fazer nos primeiros noventa segundos?
  • Reunião de CasoQual ajuste pequeno testamos em duas semanas?
  • Plano de Continuidade e EvidênciaO que continua sem a consultora?
Bloom Brazil · Método ACOLHEFormatos

A Bloom recomenda um formato, por escrito.

O Diagnóstico de Entrada termina com a recomendação e a justificativa, e a escola decide com elas por escrito.

A porta · 90 a 120 minutos

ACOLHE Diagnóstico

Com direção e coordenação. Aplica o Radar ACOLHE e o Teste da Primeira Pergunta, e termina com três prioridades práticas e uma nota executiva para a direção.

Sempre o primeiro passo. Funciona sozinho se a escola parar aqui.

Um trimestre letivo · de 14 a 18 semanas

ACOLHE Implantação

Os quatro ciclos, com oficinas, mentoria quinzenal de implementação, revisão mensal com a direção e devolutiva final.

Quando o processo não existe, vive na cabeça de uma pessoa, ou há mais de uma unidade e troca de coordenação prevista.

Oito encontros on-line de 90 minutos

Trilha ACOLHE Coordena

Mentoria para coordenadoras. Cada encontro produz um documento da escola, e entre eles há uma tarefa de implementação.

Quando o processo existe no papel e a coordenação trava nas conversas difíceis. Roda para uma escola ou em turma pequena.

Presencial · 3 a 4 horas

Trilha ACOLHE Equipe

Workshop para todos que encontram a família e a criança, da recepção à sala. Trabalha a primeira resposta ao telefone, os primeiros noventa segundos de uma crise e o bilhete do fim de um dia difícil.

Para dar linguagem comum à equipe inteira, sozinho ou dentro da implantação. Não substitui a implantação.

O valor sai na proposta, depois da conversa inicial. Depende do tamanho da escola, do número de unidades e do formato.

Bloom Brazil · Método ACOLHEO que o método não é

Onde o trabalho da Bloom para.

O método ainda está em processo de validação. Por isso a Bloom fala do problema com dado público e da solução com método e vivência, e não promete resultado de criança.

  • Não é terapia, avaliação diagnóstica nem parecer clínico.
  • Não substitui o atendimento educacional especializado, o currículo nem o acompanhamento clínico.
  • Não transfere à família a responsabilidade pedagógica.
  • Não ensina contenção física. Na crise, o cartão ACALMA orienta a afastar o que machuca, sem segurar a criança.
  • Nenhuma criança precisa demonstrar prontidão ou obediência para pertencer.
Bloom Brazil · Método ACOLHEPerguntas

Perguntas sobre o método.

A Nicole Piochi é psicóloga?

Não, e ela nunca se apresenta como uma. É orientadora parental, autora e mãe de uma criança atípica. O Método ACOLHE trabalha o processo da escola e não substitui avaliação especializada, plano terapêutico nem decisão pedagógica da equipe.

O que é o Teste da Primeira Pergunta?

Uma ligação para a secretaria com a pergunta da família, feita por alguém de fora, em dias e turnos diferentes. Mede a resposta da escola, não quem atendeu.

O trabalho começa só depois que a criança está matriculada?

Não. O primeiro momento do método acontece antes da matrícula, nos sinais que a escola emite, na resposta da recepção e na visita. Para a criança que já está matriculada quando o método chega, existe uma entrada lateral, com plano de retomada.

Como saber qual formato serve para a nossa escola?

Implantação quando o processo não existe ou vive na cabeça de uma pessoa. Trilha Coordena quando o processo existe no papel e a coordenação trava nas conversas difíceis. Trilha Equipe para dar repertório comum à equipe ampla. Se as duas servirem, a implantação vem primeiro. O Diagnóstico de Entrada termina com a recomendação escrita.

O que a professora leva para a hora da crise?

O ACALMA, um cartão que organiza os primeiros noventa segundos: reduzir estímulo, afastar o que machuca sem segurar a criança, oferecer uma função concreta ou uma escolha entre duas opções, esperar a recuperação e registrar depois. Trata de ambiente e de linguagem, e não substitui plano terapêutico nem o protocolo de segurança da escola.

É presencial ou on-line?

A Trilha Coordena é on-line. O workshop da Trilha Equipe é presencial, na escola. Na implantação, o que é on-line e o que é presencial fica definido na proposta, conforme a cidade e o calendário.

Quanto custa?

O valor sai na proposta, depois da conversa inicial. Ela chega por escrito, com formato, cronograma e valor.

Serve para escola que ainda não recebe crianças atípicas?

Serve. O método organiza como a escola recebe qualquer família nova, e uma entrada previsível ajuda toda criança. Preparar antes custa menos do que reorganizar depois da primeira entrada que deu errado.

Quer ver como o ACOLHE ficaria na sua escola?

A conversa é gratuita e não obriga a nada. Serve para ver se o método cabe na escola e qual seria o primeiro passo.