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Bloom, consultoria em educação inclusiva

Quem somos

14 colégios. E uma escola que soube receber.

A Bloom Brazil é uma consultoria em educação inclusiva fundada por duas mães de crianças atípicas. A Nicole viu de perto o que uma escola que sabe receber faz pelo desenvolvimento de uma criança. A Flávia conhece o caminho de uma família até encontrar essa escola.

Bloom Brazil · Método ACOLHEQuem faz
Nicole Piochi escrevendo num caderno, sentada numa poltrona amarela

Autora do Método ACOLHE

Nicole Piochi

A Teresa passou os seis primeiros meses de vida numa UTI neonatal. Com um ano e sete meses, ainda com gastrostomia, entrou na escola. A escola que a recebeu mudou o desenvolvimento dela.

A UTI virou o livro Deixe o Sol Entrar. A escola virou uma pergunta que a Nicole faz desde 2021: o que exatamente aquela escola fez de certo, e como outras podem fazer o mesmo sem depender de sorte? A resposta é o Método ACOLHE.

Antes da maternidade, a Nicole passou dez anos trabalhando com posicionamento estratégico de marcas. Hoje é orientadora parental, escritora e palestrante, mãe da Teresa e da Maria Antonia. Não é psicóloga, e o ACOLHE não avalia criança: organiza como a escola recebe, planeja, apoia e revisa.

nicolepiochi.com.br

Sócia, abre a conversa com a escola

Flávia Callafange

A filha da Flávia é uma adolescente autista e passou por 14 colégios. A própria Flávia recebeu o diagnóstico de TDAH aos 50.

Hoje ela dirige na América Latina o Hidden Disabilities Sunflower: quem usa o cordão com girassóis sinaliza, sem precisar explicar, que tem uma deficiência que não se vê e pode precisar de mais tempo ou de ajuda.

Em 2025, falou no evento oficial da ONU pelo Dia Mundial de Conscientização do Autismo. Em 2026, voltou como organizadora e moderadora do painel de Artes, Cultura e Esporte, e foi anunciada embaixadora do Institute of Neurodiversity para a América Latina.

Na Bloom, é a Flávia quem abre a conversa com a escola.

Flávia Callafange abraçada à filha
Bloom Brazil · Método ACOLHEComo trabalhamos

Três regras de que a Bloom não abre mão.

Nunca culpar a educadora

Só 6,4% dos professores regentes tinham formação continuada em educação especial em 2024. Quando algo dá errado na sala, a Bloom olha para o que a escola combinou, ou deixou de combinar, antes de olhar para quem estava lá.

Começar pelo que já funciona

Equipe que ouve de fora só a lista do que faz errado se defende, e com razão. O primeiro passo é achar quem na escola já encontrou um caminho.

Não prometer o que não mede

A Bloom fala do problema com dado público e da solução com método e vivência. Resultado de criança, caso de escola e depoimento só entram quando existirem, com autorização.

Quer saber se o ACOLHE cabe na sua escola?